O fundador da Tesla, Elon Musk, lidera o ranking anual de bilionários da revista Forbes em 2025, publicado nesta terça-feira (1°). Ele acumula um patrimônio de US$ 342 bilhões.
No ano passado, o francês Bernard Arnault, presidente do grupo de luxo LVMH, ocupava a primeira posição, mas foi ultrapassado por Musk no mês seguinte à divulgação da lista. Hoje, ele está em quinto lugar, com US$ 178 bilhões.
A segunda e a terceira posição são ocupadas por Mark Zuckerberg, CEO da Meta, e Jeff Bezos, fundador da Amazon , respectivamente.
A primeira mulher da lista ocupa apenas o 15° lugar. É a norte-americana Alice Walton, herdeira do Walmart, que acumula US$ 101 bilhões.
Os homens mais ricos do mundo:
Elon Musk, CEO da Tesla
Com uma fortuna acumulada em mais de US$ 340 bilhões, Elon Musk é dono da Tesla, fabricante de carros que foi uma das primeiras a apostar somente em modelos elétricos.
Ele lidera o ranking apesar das fortes quedas nas ações da montadora, que reduziram significativamente a sua fortuna em 2025.
Musk também comanda a rede social X e a SpaceX, empresa de voos espaciais, além de ter sido um dos fundadores da OpenAI, criadora do ChatGPT.
Filho mais velho de um sul-africano e de uma canadense de classe alta, o empresário nasceu em Pretória, na África do Sul, em 1971. Ele já foi casado duas vezes e teve 12 filhos.
Atualmente, o bilionário também faz parte da equipe de governo dos Estados Unidos, do presidente Donald Trump, de quem é um dos principais aliados e ajudou a eleger.
Musk comanda o Departamento de Eficiência (DOGE), uma espécie de conselho voltado para cortes de gastos públicos.
2º lugar – Mark Zuckerberg, cofundador da Meta.
3º lugar – Jeff Bezos, fundador da Amazon.
4º lugar – Larry Ellison, cofundador da Oracle.
5º lugar – Bernard Arnault, CEO da LVMH, controladora da grife Louis Vuitton.
6º lugar – Warren Buffett, megainvestidor.
7º lugar – Larry Page, cofundador do Google.
8º lugar – Sergey Brin, cofundador do Google.
9º lugar – Amancio Ortega, CEO da Inditex (dona da Zara).
10º lugar – Steve Ballmer, ex-CEO da Microsoft.
(Por Redação g1 — São Paulo. Foto: Arquivo pessoal)